A
A (necessidade/fome) aguça o engenho
A água corrente não mata a gente
A água silenciosa é a mais perigosa
Ajuda-te que Deus te ajudará
A alegria atrai simpatia.
A ambição cerra o coração
A apressada pergunta, vagarosa resposta
A boca do ambicioso só se fecha com terra de sepultura
A boda e a batizado, não vás sem ser convidado
A cavalo dado não se olha os dentes
A cobra vai fumar.
A consciência tranquila é o melhor remédio contra insônia
A corda faz a velha gorda e a menina formosa
A dor ensina a gemer.
A felicidade é algo que se multiplica quando se divide
A fome é a melhor cozinheira
A fome faz sair o lobo do mato
A fruta proibida é a mais apetecida
A função faz o órgão
A galinha do vizinho é sempre mais gorda do que a nossa
A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
A ignorância da lei não desculpa a ninguém
A ignorância é a mãe de todas as doenças.
A ignorância é o pior de todos os males
A instrução é a luz do espírito.
A intenção é que conta
A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
A minha liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros.
A montanha pariu um rato
A morte não escolhe idades
A morte não escolhe idades
A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
A noite é boa conselheira
A ocasião faz o ladrão
A ocasião faz o ladrão
A ociosidade é mãe de todos os vícios
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas
A pensar morreu um burro
A pensar morreu um burro
A pobre não prometas e a rico não devas.
A preguiça é a mãe de todos os vícios
A pressa é inimiga da perfeição
A roupa suja lava-se em casa
A sorte de uns é o azar de outros
A união faz a força
A união faz a força
A verdade fala pela boca dos pequenos.
A verdade gera o ódio
Água e vento são meio sustento
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura
Águas passadas não movem moinhos
Águas passadas não movem moinhos
Ainda que sejas prudente e velho, não desprezes o conselho
Amigo não empata amigo
Amigos dos meus amigos, meus amigos são
Amigos, amigos negócios à parte
Amor com amor se paga
Amor com amor se paga
Animal que urina para trás, coloca o dono para frente
Antes a minha face com fome amarela, que vermelha de vergonha
Antes a morte que tal sorte
Antes aqui que na farmácia
Antes cegues que mal vejas
Antes dentes que parentes
Antes que cases vê o que fazes
Antes que o mal cresça, corta-lhe a cabeça
Antes que o mal cresça, corte o mal pela raiz
Antes quebrar que torcer
Antes só do que mal acompanhado
Antes só que mal acompanhado
Antes tarde do que nunca
Antes tarde que nunca.
Ao diabo e à mulher nunca falta que fazer
Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam
Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso.
Aqui se fazem, aqui se pagam
Aquilo que sabe bem ou é pecado ou faz mal
Aquilo que sabe bem ou faz mal ou é pecado
As (palavras ou conversa …) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras
As aparências enganam
As aparências iludem
As boas contas fazem os bons amigos
As cadelas apressadas parem cães tortos
As fezes é a mesma, as moscas é que mudaram
As más noticias chegam depressa
As palavras voam, a escrita fica
As rosas caem os espinhos ficam atrás de mim virá que de bom me fará
Até ao lavar dos cestos é vindima
Azar no jogo, sorte no amor
Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo
B
Baleias no canal, terás temporal
Barriga cheia, companhia desfeita
Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
Boca calda é ouro
Boca que apetece, coração padece
Boda molhada, boda abençoada
Boi em terra alheia é vaca
Boi sonso, chifrada certa
Boi velho gosta de erva tenra
Briga de marido e mulher, ninguém mete a colher
Burro velho não aprende línguas
Burro velho não ganha andadura
Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
C
Cacarejar e não botar ovos.
Cachorro velho não aprende truque novo
Cada cabeça uma sentença
Cada coisa no seu lugar
Cada macaco no seu galho
Cada maluco com sua mania
Cada ovelha com sua parelha
Cada panela tem a sua tampa
Cada qual com seu igual , cada qual no seu lugar
Cada qual é para o que nasce
Cada um (trata|sabe) de si e Deus de todos
Cada um a seu modo
Cada um come do que faz
Cada um come do que gosta
Cada um é como cada qual, e cada qual é como é
Cada um que se governe
Cada um sabe as linhas com se cose
Cada um sabe onde lhe aperta o sapato
Caiu do cavalo
Candeia que vai à frente alumia duas vezes
Canja de galinha não faz mal a ninguém
Cão de caça vem de raça
Cão que ladra não morde
Casa de esquina, ou morte ou ruína
Casa de ferreiro, espeto de pau
Casa onde entra o sol não entra o médico
Casa roubada, trancas à porta
Casamento, apartamento
Casarás e amansarás
Cautela e caldo de galinha nunca fez mal a ninguém
Cavalo dado não se olha os dentes
Cesteiro que faz um cesto faz um cento
Chutar cachorro morto é fácil
Chuva de São João, tira vinho e não dá pão.
Com a verdade me enganas
Com coisas sérias não se brinca
Com direito do teu lado nunca receies dar brado
Com o fogo não se brinca
Com os males dos outros passo eu muito bem
Com papas e bolos se enganam os tolos
Com tempo tudo se cura
Com vinagre não se apanham moscas
Coma para viver, não vivas para comer
Coma para viver, não vivas para comer
Comer e o coçar é só começar
Contas são contas
Contra factos não há argumentos
Contra fatos não há argumentos
Criou a fama e deite na cama
Cutucar a onça com a vara curta
D
Da mão à boca vai-se a sopa
Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus
De boas intenções está o inferno cheio
De boas intenções o inferno está cheio
De cruzeiro em cruzeiro, se faz um milheiro
De Espanha nem bom vento nem bom casamento
De grão a grão a galinha enche o papo
De manhã é que começa o dia
De médico e de louco, todos temos um pouco
De médico, de sábio e de louco todos temos um pouco
De noite todos os gatos são pardos
De pequenino se torce o pepino
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
Depois da tempestade vem a bonança
Depois de fartos, não faltam pratos
Depressa e bem não há quem
Desconfiar de homem que não fala e de cão que não ladre
Desculpa de aleijado é muleta
Deus ajuda, quem cedo madruga
Deus dá nozes a quem não tem dentes
Deus dá o frio conforme o cobertor
Deus escreve por linhas tortas
Deus me dê paciência e um pano para a embrulhar.
Deus nunca fechou uma porta que não abrisse outra
Deus o deu, Deus o levou
Devagar se vai ao longe
Devagar se vai ao longe
Dinheiro não traz felicidade
Dinheiro não traz felicidade, mas ajuda
Diz com quem andas, que eu te direi quem és
Diz o roto ao nu “Porque não te vestes tu?”
Dos fracos não reza a história
E
É como a (Dita) tudo o que vê, tudo cobiça
É de verde que se torce o pepino
É difícil agradar a Gregos e Troianos
Em Agosto toda a fruta tem gosto
Em boca fechada não entra mosca
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Em casa de papudos, não se fala em papos
Em casa onde não haja pão, todos ralham e ninguém tem razão
Em casa onde não tem pão, não tem paz
Em festa de macaco inhambu não pia
Em pouco muito se diz
Em rio com piranha, jacaré nada de costas
Em tempo de guerra mentira é como terra
Em tempo de guerra não se limpam armas
Em tempo de guerra, urubu é frango
Em terra de cego quem tem um olho é rei
Enquanto há vida, há esperança
Entradas de leão, a saídas de cordeiro
Entre marido e mulher, não se mete a colher
Entre mortos e feridos alguém há de escapar
Erva ruim a geada não mata
Está na hora da onça beber água
Esta vida é dois dias e o Carnaval são três
Estar na horta e não ver as couves
Estar na igreja e não vê santos
Eu quero, eu posso, eu sou !
Existem pessoas que nascem sorrindo, vivem fingindo e morrem mentindo
F
Falai no mau que ele sempre aparece
Falar é prata, calar é ouro
Falar mal dos outros é fácil, difícil é falar bem
Faz o que te digo e não o que faço
Feliz no jogo, infeliz no amores
Fez do lobo o guardião de ovelhas
Fia-te na virgem e não corras
Filha , pretendentes à porta
Filho de peixe, peixinho é
Focinho de porco não é tomada
Fortuna Perdida? Nada se perdeu…Coragem perdida? Muito se perdeu…Honra perdida? Tudo se perdeu
G
Gaba-te cesta que vais à feira
Gaba-te cesta que vais à víndima
Gaba-te, cesta, que vais à vindima
Gaba-te, cesto, que vender-te quero
Gaivotas em terra, tempestade no mar
Galinha cedo procura o poleiro
Galinha de campo não quer capoeira
Galinha velha é que dá bom caldo
Gato escaldado tem medo de água fria
Gente tola e touros: paredes altas
Goiabada na beira de estrada, ou é verde ou esta bichada
Gostos não se discutem
Grande nau grande tormenta
Guarda que comer, não guardes que fazer
Guardado está o bocado para quem o há de comer
Guardar hoje, para ter manhã
H
Há males que vem por bem
Há remédio para tudo menos para a morte
Homem pequenino malandro, velhaco ou dançarino
Homem prevenido vale por dois
I
Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto
Importante é não dizer, não importa
Impossível é, achar agulha no palheiro
Ir à lã e ser tosquiado
J
Jacaré que fica parado vira bolsa
Julga o ladrão que todos o são
Juntam-se as comadres, descobrem-se as verdades
Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus, serás pior do que eles
L
Ladrão não rouba a ladrão
Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de prisão
Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão
Lembra aos rapazes o que ao diabo esquece
Ler e não entender é negligenciar
Ler é saber
Lobo com pele de cordeiro
Longe da vista, longe do coração
Lua com circo traz água no bico
Lua deitada, marinheiro de pé
Lua nova trovejada, 30 dias é molhada
M
Macaco que muito pula quer chumbo
Macaco que muito pula quer chumbo
Macaco velho não mete a mão em cumbuca
Macaco velho não mete a mão em cumbuca
Madruga e verás trabalha e terás
Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
Mais vale burro vivo que sábio morto
Mais vale cair em graça do que ser engraçado
Mais vale ficar vermelho cinco minutos, que amarelo toda a vida
Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto
Mais vale pouco que nada
Mais vale prevenir que remediar
Mais vale rico e com saúde do que pobre e doente
Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha
Mais vale um ano à volta que nunca a casa
Mais vale um gosto na vida que (dez reis|seis vinténs) na algibeira
Mais vale um mau acordo que uma boa sentença
Mais vale um pássaro na mão, do que dois voando
Mais vale um pé no travão que dois no caixão
Mais vale uma palavra antes que duas depois
Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
Mal por mal, venha o Diabo e escolha
Manda quem pode, obedece quem deve
Mãos frias, coração quente
Mãos frias, coração quente (amor ardente| amor para sempre)
Mãos quentes, coração frio amor vadio
Mate dois coelhos com uma cajadada só
Menino farto não é comedor
Mesa sem pão é mesa de vilão
Montou no porco
Mordedura de cão cura-se com o pêlo do mesmo cão
Morra Marta, morra farta
Morreu o bicho, acabou-se a peçonha
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Muita gente junta não se safa
Muita parra pouca uva
Muito alcança quem não cansa
Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
Muito custa a um pobre viver e a um rico morrer
Muito esquece a quem não sabe
Muito riso pouco siso
Muito se engana quem cuida
Muito se engana quem julga
Muitos cozinheiros estragam a sopa
Mulher honrada não tem ouvidos
N
Na cama que farás, nela te deitarás
Na primeira quem quer cai; na segunda cai quem quer; na terceira quem é parvo
Não alimentes burros a pão-de-ló
Não chame o papagaio de meu louro
Não coloque o carro na frente dos bois
Não corrigir nossas faltas é o mesmo que cometer novos erros
Não cortar a pata do burro por um único coice
Não dá quem tem, dá quem quer bem
Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje
Não é por muito madrugar que amanhece mais cedo
Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti
Não há amor como o primeiro
Não há bela sem senão
Não há bela sem senão, nem feia sem sua graça
Não há bem que sempre dure nem mal que não acabe
Não há crime sem lei
Não há duas sem três
Não há fome que não (traga|dê em) fartura
Não há fome sem fartura
Não há fumo sem fogo
Não há galinha gorda por pouco dinheiro
Não há mal que o tempo não cure
Não há mal que perdure, não há dor que não se cure
Não há mal que sempre dure nem bem que sempre perdure
Não há mal que sempre dure, nem bem que sempre se ature
Não há nada como um dia depois do outro
Não há parto sem dor
Não há pior cego que o que não quer ver
Não há regra sem exceção
Não há regra sem exceção
Não há rosas sem espinhos
Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem preguiça
Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
Não se deve dar pérolas aos porcos
Não se fala de corda em casa de enforcado
Não se malha em ferro frio
Não te metas no que não te diz respeito
Não vá de encontro a maré
Não vendas a pele do urso antes de o matar
Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
Nem oito nem oitenta
Nem sempre sardinha, nem sempre galinha
Nem só de pão vive o homem
Nem tanto ao mar nem tanto à terra
Nem tanto ao mar nem tanto à terra
Nem todas as verdades se dizem
Nem tudo o que reluz é ouro
Nem tudo o que vem à rede é peixe
Ninguém acredita em um mentiroso mesmo que esteja falando a verdade
Ninguém diga desta água não beberei (e deste pão não comerei )
Ninguém é bom juiz em causa própria
Ninguém é profeta na sua terra
Ninguém melhor ajuda o pobre, que o pobre
Ninguém nasce sabendo
Ninguém perde que outro não ganhe
Ninguém quer ser velho nem morrer novo
No aperto e no perigo se conhece o amigo
No meio é que está a virtude
No meio é que está a virtude
No melhor pano cai a nódoa
No poupar é que está o ganho
Nunca deites foguetes antes da festa
Nuvem baixa sol que racha
O
O barulho não faz bem e o bem não faz barulho
O bom filho à casa torna
O bom médico é o do terceiro dia.
O burro acredita em tudo o que lhe dizem
O casamento e a mortalha no céu se talha
O corno é sempre o último a saber
O dinheiro fala todas as línguas
O dinheiro não dá a felicidade, mas ajuda muito
O esperto só acredita em metade, e o gênio sabe em que metade deve acreditar
O futuro a Deus pertence
O hábito não faz o monge
O homem põe e Deus dispõe
O macaco só vê o rabo do outro
O mal dos outros é consolo de parvos
O mal está nos olhos de quem o vê
O olho do dono engorda o cavalo
O ótimo é inimigo do bom
O pão do pobre cai sempre com a manteiga para o lado de baixo
O pior cego é o que não quer ver
O poder mostra o que o homem é
O prometido é devido
O que arde cura
O que arde cura o que coça sara e o que aperta segura
O que arma a esparrela muitas vezes cai nela
O que é barato sai caro
O que é bom acaba depressa
O que é doce nunca amargou
O que é nosso vem parar-nos à mão
O que não tem remédio remediado está
O que o berço dá só a tumba tira
O que os olhos não vêem o coração não sente
O que os olhos não vêem o coração não sente
O que tu sabes já eu me esqueci
O saber não ocupa (espaço|lugar)
O saber não ocupa lugar
O segredo é a alma do negócio
O seguro morreu de velho
O seguro morreu de velho e o desconfiado ainda está vivo
O seu a seu dono
O silêncio é de ouro
O sol quando nasce é para todos
O trabalho dá saúde
O trabalho não mata ninguém
Ódio velho não cansa
Olha para ti e fica-te por aí
Olho por olho, dente por dente
Olho por olho, dente por dente
Onde canta galo não canta galinha
Onde ha fumaça, há fogo
Onde o galo canta canta, almoça e janta
Os amigos são para as ocasiões
Os cães ladram e caravana passa
Os extremos tocam-se
Os homens não se medem aos palmos
Os olhos pedem mais do que a barriga aguenta
Os opostos se unem
Os últimos são sempre os primeiros
Ovelha negra da família
Ovelha que bale, bocado que perde
Ovelha que berra, bocado que perde
P
Paga o justo pelo pecador
Palavra de rei não volta atrás
Palavra puxa palavra
Para a fome não há pão duro
Para baixo todo santo ajuda, para cima toda coisa muda
Para frente é que se anda
Para grandes males, grandes remédios
Para morrer basta estar vivo
Para muito sono toda a cama é boa
Para o bom entendedor meia palavra basta
Para pé torto, só chinelo velho
Para quem é, bacalhau basta
Para quem sabe ler, pingo é letra
Passarinho que anda com morcego acaba dormindo de ponta cabeça
Passarinhos e pardais,não são todos iguais
Patrão fora, dia santo na loja
Pau que nasce torto morre torto
Pede o guloso para o desejoso
Pedra que rola não cria limo
Peixe não puxa carroça
Pela boca morre o peixe
Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
Perdido por cem, perdido por mil
Perguntar não ofende
Pimenta nos olhos dos outros é refresco
Por bem fazer mal haver
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
Por pouca saúde, mais vale nenhuma
Por uma besta dar um coice não se lhe corta uma perna
Prenda as cabras, que os bodes estão soltos
Preso por ter cão, preso por não ter
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
Primeiro a obrigação, depois a devoção
Q
Quando a esmola é grande o santo desconfia
Quando a esmola é grande, o pobre desconfia
Quando a esmola é grande, o pobre desconfia
Quando dois búfalos lutam, quem sai mal é o capim
Quando o gato sai, os ratos fazem a festa
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
Quando pobre come frango, um dos dois está doente
Quando pobre come frango, um dos dois está doente
Quando se faz uma panela faz-se um testo para ela
Quando um burro (zurra|fala) o outro (baixa|abaixa) as orelhas
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quando um cai todos o pisam
Quando um não quer, dois não discutem
Quanto mais alto se sobe de mais alto se cai
Quanto mais depressa mais devagar
Quanto mais me bates mais gosto de ti
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quem (faz o que pode|dá o que tem) a mais não é obrigado
Quem (torto nasce|nasce torto), tarde ou nunca se endireita
Quem a alto sobe de alto cai quem acha guarda
Quem ama o feio, bonito lhe parece
Quem ama o feio, bonito lhe parece
Quem anda de boca aberta, ou entra mosca ou sai asneira
Quem assim fala não é gago
Quem avisa amigo é
Quem bem vive bem morre
Quem boa cama faz nela se deita
Quem brinca com o fogo queima-se
Quem cala consente
Quem cala consente
Quem canta (seu mal|seus males) espanta
Quem canta seus males espanta
Quem canta seus males espanta
Quem casa não pensa, quem pensa não casa
Quem casa quer casa
Quem chora, sente
Quem com ferro fere, com ferro será ferido
Quem com ferro fere, com ferro será ferido
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem conta um conto aumenta um ponto
Quem conta um conto aumenta um ponto
Quem corre por gosto não cansa
Quem corre por gosto não se cansa
Quem dá aos pobres empresta a Deus
Quem dá aos pobres, empresta a Deus
Quem dá aos pobres, empresta a Deus
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem desconfia de tudo, adivinha metade
Quem desconfia de tudo, adivinha metade
Quem desdenha quer comprar
Quem desdenha quer comprar
Quem diz as verdades, perde as amizades
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem é amigo de todos não o é de ninguém
Quem é vivo sempre aparece
Quem empresta, adeus
Quem entra na chuva é pra se molhar
Quem escuta, de si ouve
Quem espera desespera
Quem espera por sapatos de defunto, toda a vida anda descalço
Quem espera sempre alcança
Quem espera sempre alcança
Quem espera sempre alcança
Quem espera sempre alcança
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
Quem jura é quem mais mente
Quem mais tem mais quer
Quem morre de véspera é peru de Natal
Quem morre de véspera é peru de Natal
Quem muito escolhe pouco acerta
Quem muito espera desespera
Quem muito fala pior ouve
Quem muito fala pouco acerta
Quem muito fala pouco acerta
Quem muito padece, tanto lembra que aborrece
Quem nada não se afoga
Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece
Quem não arrisca não petisca
Quem não arrisca não petisca
Quem não arrisca não petisca
Quem não chora não mama
Quem não chora não mama
Quem não come por ter comido, o mal não é de perigo
Quem não da assistência vem concorrência
Quem não da assistência vem concorrência
Quem não deve não teme
Quem não deve não teme
Quem não pode arreia
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
Quem não sabe é como quem não vê
Quem não sabe fazer nem ensinar, administra
Quem não sabe fazer nem ensinar, administra
Quem não semeia não colhe
Quem não tem cabeça para pensar, tem pernas para andar
Quem não tem cabeça para pensar, tem pernas para andar
Quem não tem cão, caça com gato
Quem não tem dinheiro não tem vícios
Quem não tem panos não arma tendas
Quem não tem vergonha, todo o mundo é seu
Quem não trabalha não come
Quem não trabuca não manduca
Quem não vê não peca
Quem não vê não peca
Quem nasceu para a forca não morre afogado
Quem nasceu para burro nunca chega a cavalo
Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem o feio ama (lindo|bonito) lhe parece
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
Quem paga adiantado é mal servido
Quem pariu Matheus que o balance
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não sabe da arte
Quem parte velho paga novo
Quem pergunta quer saber
Quem pode manda e quem não pode faz
Quem porfia, mata caça
Quem primeiro se queixa foi quem atirou a ameixa
Quem procura sempre acha, se não um prego, uma tacha
Quem promete deve
Quem quebra o galho é macaco gordo
Quem quer agradar a todo o mundo, no fim não agrada a ninguém
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem quer vai, quem não quer (manda|fica)
Quem quer vai, quem não quer manda
Quem quer vai, quem não quer manda
Quem ri por último ri melhor
Quem ri por último ri melhor
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem sabe sorrir, sabe viver
Quem sabe, sabe! Quem não sabe, aprende
Quem sai aos seus não degenera
Quem se faz de cordeiro será comido pelo lobo
Quem se mete em atalhos mete-se em trabalhos
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem sofreu o mal pode esquecê-lo, mas quem o fez nunca se esquece
Quem sofreu o mal pode esquecê-lo, mas quem o fez nunca se esquece
Quem tarde vier comerá do que trouxer
Quem te cobre que te descubra
Quem tem boca vai a Roma
Quem tem burro e anda a pé mais burro é
Quem tem calos não se mete em apertos
Quem tem capa sempre escapa
Quem tem cem mas deve cem pouco tem
Quem tem telhados de vidro não atira pedras ao vizinho
Quem tudo quer nada tem
Quem tudo quer tudo perde
Quem vai à feira perde a cadeira
Quem vai à guerra dá e leva
Quem vai à guerra dá e leva
Quem vai ao mar avia-se em terra
Quem vai ao mar perde o lugar
Quem vai ao mar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento.
Quem vê cara não vê coração
Quem vê caras não vê corações
Querer é poder
Queres um conselho, pede-o ao velho
R
Recordar é viver
Rei morto, rei posto
Rir é o melhor remédio
Roma e Pavia não se fez em um dia
Roupa suja se lava em casa
S
Saco cheio não verga
Saco vazio não para em pé
Santos da casa não fazem milagres
São mais as vozes que as nozes
São Mamede te levede, São Vicente te acrescente
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come
Se deres as costas à luz, nada mais verá do que sua própria sombra
Se Deus o marcou, defeito lhe achou
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se não tens o que gostas, gosta do que tens
Se o gato não come o bife, ou o gato não é gato, ou o bife não é bife
Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes
Se os “ses” fossem feijões, ninguém morria de fome
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Semeia e cria, (viverás com|terás) alegria
Só a morte não tem remédio
Só se lembra de Santa Bárbara quando troveja
Só trabalha quem não sabe fazer mais nada
Só vemos os argueiros nos olhos dos outros
Sol e chuva, casamento de viúva
Sou homem e tudo o que é humano me diz respeito
T
Tanto é ladrão o que vai à vinha como o que fica à porta.
Tempo é dinheiro
Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
Todo o burro come palha, a questão é saber dar
Todo o homem tem o seu preço
Todos os caminhos vão dar a Roma
Trabalhando só pelos bens materiais construímos nós mesmos nossa prisão.
Trabalhar para aquecer, é melhor morrer de frio
Trabalho de menino é pouco, quem não o aproveita é louco
Tristezas não pagam dívidas
Tudo que não mata engorda
Tudo vale a pena quando a alma não é pequena
U
Um burro carregado de livros não é um doutor
Um dia da caça, o outro do caçador
Um homem prevenido vale por dois
Um olho no burro e outro no cigano
Uma andorinha só não faz verão
Uma desgraça nunca vem só
Uma mão lava a outra e ambas lavam a cara
V
Vai muito do dizer ao fazer
Vamos em frente que atrás vem gente
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Vão-se os anéis, ficam-se os dedos
Vaso ruim não quebra
Vassoura nova é que varre bem
Velhos são os trapos
Viver é como desenhar sem borracha
Você levou gato por lebre.
Voz do povo é voz de Deus
Vozes de burro não chegam aos céus
Z
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades

Eu nao te dizia?!As papas á noite fazem azia
quem tudo quer tudo perde
eheheh mariana!
Mais certo que certo!
Beijokas da Dama para a mariana carmo!
lol
Fixe!
eheheh
Thanks!
Sai uma minEZINHA aqui prá mesa da Dama pró brinde com a AAGirl!