Nov 232010
 

A

A (necessidade/fome) aguça o engenho

A água corrente não mata a gente

A água silenciosa é a mais perigosa

Ajuda-te que Deus te ajudará

A alegria atrai simpatia.

A ambição cerra o coração

A apressada pergunta, vagarosa resposta

A boca do ambicioso só se fecha com terra de sepultura

A boda e a batizado, não vás sem ser convidado

A cavalo dado não se olha os dentes

A cobra vai fumar.

A consciência tranquila é o melhor remédio contra insônia

A corda faz a velha gorda e a menina formosa

A dor ensina a gemer.

A felicidade é algo que se multiplica quando se divide

A fome é a melhor cozinheira

A fome faz sair o lobo do mato

A fruta proibida é a mais apetecida

A função faz o órgão

A galinha do vizinho é sempre mais gorda do que a nossa

A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo

A ignorância da lei não desculpa a ninguém

A ignorância é a mãe de todas as doenças.

A ignorância é o pior de todos os males

A instrução é a luz do espírito.

A intenção é que conta

A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata

A minha liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros.

A montanha pariu um rato

A morte não escolhe idades

A morte não escolhe idades

A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina

A noite é boa conselheira

A ocasião faz o ladrão

A ocasião faz o ladrão

A ociosidade é mãe de todos os vícios

A palavra é de prata e o silêncio é de ouro

A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas

A pensar morreu um burro

A pensar morreu um burro

A pobre não prometas e a rico não devas.

A preguiça é a mãe de todos os vícios

A pressa é inimiga da perfeição

A roupa suja lava-se em casa

A sorte de uns é o azar de outros

A união faz a força

A união faz a força

A verdade fala pela boca dos pequenos.

A verdade gera o ódio

Água e vento são meio sustento

Água mole em pedra dura tanto bate até que fura

Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura

Águas passadas não movem moinhos

Águas passadas não movem moinhos

Ainda que sejas prudente e velho, não desprezes o conselho

Amigo não empata amigo

Amigos dos meus amigos, meus amigos são

Amigos, amigos negócios à parte

Amor com amor se paga

Amor com amor se paga

Animal que urina para trás, coloca o dono para frente

Antes a minha face com fome amarela, que vermelha de vergonha

Antes a morte que tal sorte

Antes aqui que na farmácia

Antes cegues que mal vejas

Antes dentes que parentes

Antes que cases vê o que fazes

Antes que o mal cresça, corta-lhe a cabeça

Antes que o mal cresça, corte o mal pela raiz

Antes quebrar que torcer

Antes só do que mal acompanhado

Antes só que mal acompanhado

Antes tarde do que nunca

Antes tarde que nunca.

Ao diabo e à mulher nunca falta que fazer

Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam

Ao rico não faltes, ao pobre não prometas

Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso.

Aqui se fazem, aqui se pagam

Aquilo que sabe bem ou é pecado ou faz mal

Aquilo que sabe bem ou faz mal ou é pecado

As (palavras ou conversa …) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras

As aparências enganam

As aparências iludem

As boas contas fazem os bons amigos

As cadelas apressadas parem cães tortos

As fezes é a mesma, as moscas é que mudaram

As más noticias chegam depressa

As palavras voam, a escrita fica

As rosas caem os espinhos ficam atrás de mim virá que de bom me fará

Até ao lavar dos cestos é vindima

Azar no jogo, sorte no amor

Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo

B

Baleias no canal, terás temporal

Barriga cheia, companhia desfeita

Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia

Boa romaria faz, quem em casa fica em paz

Boca calda é ouro

Boca que apetece, coração padece

Boda molhada, boda abençoada

Boi em terra alheia é vaca

Boi sonso, chifrada certa

Boi velho gosta de erva tenra

Briga de marido e mulher, ninguém mete a colher

Burro velho não aprende línguas

Burro velho não ganha andadura

Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura

C

Cacarejar e não botar ovos.

Cachorro velho não aprende truque novo

Cada cabeça uma sentença

Cada coisa no seu lugar

Cada macaco no seu galho

Cada maluco com sua mania

Cada ovelha com sua parelha

Cada panela tem a sua tampa

Cada qual com seu igual , cada qual no seu lugar

Cada qual é para o que nasce

Cada um (trata|sabe) de si e Deus de todos

Cada um a seu modo

Cada um come do que faz

Cada um come do que gosta

Cada um é como cada qual, e cada qual é como é

Cada um que se governe

Cada um sabe as linhas com se cose

Cada um sabe onde lhe aperta o sapato

Caiu do cavalo

Candeia que vai à frente alumia duas vezes

Canja de galinha não faz mal a ninguém

Cão de caça vem de raça

Cão que ladra não morde

Casa de esquina, ou morte ou ruína

Casa de ferreiro, espeto de pau

Casa onde entra o sol não entra o médico

Casa roubada, trancas à porta

Casamento, apartamento

Casarás e amansarás

Cautela e caldo de galinha nunca fez mal a ninguém

Cavalo dado não se olha os dentes

Cesteiro que faz um cesto faz um cento

Chutar cachorro morto é fácil

Chuva de São João, tira vinho e não dá pão.

Com a verdade me enganas

Com coisas sérias não se brinca

Com direito do teu lado nunca receies dar brado

Com o fogo não se brinca

Com os males dos outros passo eu muito bem

Com papas e bolos se enganam os tolos

Com tempo tudo se cura

Com vinagre não se apanham moscas

Coma para viver, não vivas para comer

Coma para viver, não vivas para comer

Comer e o coçar é só começar

Contas são contas

Contra factos não há argumentos

Contra fatos não há argumentos

Criou a fama e deite na cama

Cutucar a onça com a vara curta

D

Da mão à boca vai-se a sopa

Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus

De boas intenções está o inferno cheio

De boas intenções o inferno está cheio

De cruzeiro em cruzeiro, se faz um milheiro

De Espanha nem bom vento nem bom casamento

De grão a grão a galinha enche o papo

De manhã é que começa o dia

De médico e de louco, todos temos um pouco

De médico, de sábio e de louco todos temos um pouco

De noite todos os gatos são pardos

De pequenino se torce o pepino

Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer

Depois da tempestade vem a bonança

Depois de fartos, não faltam pratos

Depressa e bem não há quem

Desconfiar de homem que não fala e de cão que não ladre

Desculpa de aleijado é muleta

Deus ajuda, quem cedo madruga

Deus dá nozes a quem não tem dentes

Deus dá o frio conforme o cobertor

Deus escreve por linhas tortas

Deus me dê paciência e um pano para a embrulhar.

Deus nunca fechou uma porta que não abrisse outra

Deus o deu, Deus o levou

Devagar se vai ao longe

Devagar se vai ao longe

Dinheiro não traz felicidade

Dinheiro não traz felicidade, mas ajuda

Diz com quem andas, que eu te direi quem és

Diz o roto ao nu “Porque não te vestes tu?”

Dos fracos não reza a história

E

É como a (Dita) tudo o que vê, tudo cobiça

É de verde que se torce o pepino

É difícil agradar a Gregos e Troianos

Em Agosto toda a fruta tem gosto

Em boca fechada não entra mosca

Em casa de ferreiro, espeto de pau

Em casa de papudos, não se fala em papos

Em casa onde não haja pão, todos ralham e ninguém tem razão

Em casa onde não tem pão, não tem paz

Em festa de macaco inhambu não pia

Em pouco muito se diz

Em rio com piranha, jacaré nada de costas

Em tempo de guerra mentira é como terra

Em tempo de guerra não se limpam armas

Em tempo de guerra, urubu é frango

Em terra de cego quem tem um olho é rei

Enquanto há vida, há esperança

Entradas de leão, a saídas de cordeiro

Entre marido e mulher, não se mete a colher

Entre mortos e feridos alguém há de escapar

Erva ruim a geada não mata

Está na hora da onça beber água

Esta vida é dois dias e o Carnaval são três

Estar na horta e não ver as couves

Estar na igreja e não vê santos

Eu quero, eu posso, eu sou !

Existem pessoas que nascem sorrindo, vivem fingindo e morrem mentindo

F

Falai no mau que ele sempre aparece

Falar é prata, calar é ouro

Falar mal dos outros é fácil, difícil é falar bem

Faz o que te digo e não o que faço

Feliz no jogo, infeliz no amores

Fez do lobo o guardião de ovelhas

Fia-te na virgem e não corras

Filha , pretendentes à porta

Filho de peixe, peixinho é

Focinho de porco não é tomada

Fortuna Perdida? Nada se perdeu…Coragem perdida? Muito se perdeu…Honra perdida? Tudo se perdeu

G

Gaba-te cesta que vais à feira

Gaba-te cesta que vais à víndima

Gaba-te, cesta, que vais à vindima

Gaba-te, cesto, que vender-te quero

Gaivotas em terra, tempestade no mar

Galinha cedo procura o poleiro

Galinha de campo não quer capoeira

Galinha velha é que dá bom caldo

Gato escaldado tem medo de água fria

Gente tola e touros: paredes altas

Goiabada na beira de estrada, ou é verde ou esta bichada

Gostos não se discutem

Grande nau grande tormenta

Guarda que comer, não guardes que fazer

Guardado está o bocado para quem o há de comer

Guardar hoje, para ter manhã

H

Há males que vem por bem

Há remédio para tudo menos para a morte

Homem pequenino malandro, velhaco ou dançarino

Homem prevenido vale por dois

I

Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto

Importante é não dizer, não importa

Impossível é, achar agulha no palheiro

Ir à lã e ser tosquiado

J

Jacaré que fica parado vira bolsa

Julga o ladrão que todos o são

Juntam-se as comadres, descobrem-se as verdades

Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus, serás pior do que eles

L

Ladrão não rouba a ladrão

Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de prisão

Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão

Lembra aos rapazes o que ao diabo esquece

Ler e não entender é negligenciar

Ler é saber

Lobo com pele de cordeiro

Longe da vista, longe do coração

Lua com circo traz água no bico

Lua deitada, marinheiro de pé

Lua nova trovejada, 30 dias é molhada

M

Macaco que muito pula quer chumbo

Macaco que muito pula quer chumbo

Macaco velho não mete a mão em cumbuca

Macaco velho não mete a mão em cumbuca

Madruga e verás trabalha e terás

Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo

Mais vale burro vivo que sábio morto

Mais vale cair em graça do que ser engraçado

Mais vale ficar vermelho cinco minutos, que amarelo toda a vida

Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto

Mais vale pouco que nada

Mais vale prevenir que remediar

Mais vale rico e com saúde do que pobre e doente

Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha

Mais vale um ano à volta que nunca a casa

Mais vale um gosto na vida que (dez reis|seis vinténs) na algibeira

Mais vale um mau acordo que uma boa sentença

Mais vale um pássaro na mão, do que dois voando

Mais vale um pé no travão que dois no caixão

Mais vale uma palavra antes que duas depois

Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital

Mal por mal, venha o Diabo e escolha

Manda quem pode, obedece quem deve

Mãos frias, coração quente

Mãos frias, coração quente (amor ardente| amor para sempre)

Mãos quentes, coração frio amor vadio

Mate dois coelhos com uma cajadada só

Menino farto não é comedor

Mesa sem pão é mesa de vilão

Montou no porco

Mordedura de cão cura-se com o pêlo do mesmo cão

Morra Marta, morra farta

Morreu o bicho, acabou-se a peçonha

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Muita gente junta não se safa

Muita parra pouca uva

Muito alcança quem não cansa

Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá

Muito custa a um pobre viver e a um rico morrer

Muito esquece a quem não sabe

Muito riso pouco siso

Muito se engana quem cuida

Muito se engana quem julga

Muitos cozinheiros estragam a sopa

Mulher honrada não tem ouvidos

N

Na cama que farás, nela te deitarás

Na primeira quem quer cai; na segunda cai quem quer; na terceira quem é parvo

Não alimentes burros a pão-de-ló

Não chame o papagaio de meu louro

Não coloque o carro na frente dos bois

Não corrigir nossas faltas é o mesmo que cometer novos erros

Não cortar a pata do burro por um único coice

Não dá quem tem, dá quem quer bem

Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje

Não é por muito madrugar que amanhece mais cedo

Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti

Não há amor como o primeiro

Não há bela sem senão

Não há bela sem senão, nem feia sem sua graça

Não há bem que sempre dure nem mal que não acabe

Não há crime sem lei

Não há duas sem três

Não há fome que não (traga|dê em) fartura

Não há fome sem fartura

Não há fumo sem fogo

Não há galinha gorda por pouco dinheiro

Não há mal que o tempo não cure

Não há mal que perdure, não há dor que não se cure

Não há mal que sempre dure nem bem que sempre perdure

Não há mal que sempre dure, nem bem que sempre se ature

Não há nada como um dia depois do outro

Não há parto sem dor

Não há pior cego que o que não quer ver

Não há regra sem exceção

Não há regra sem exceção

Não há rosas sem espinhos

Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem preguiça

Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu

Não se deve dar pérolas aos porcos

Não se fala de corda em casa de enforcado

Não se malha em ferro frio

Não te metas no que não te diz respeito

Não vá de encontro a maré

Não vendas a pele do urso antes de o matar

Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes

Nem oito nem oitenta

Nem sempre sardinha, nem sempre galinha

Nem só de pão vive o homem

Nem tanto ao mar nem tanto à terra

Nem tanto ao mar nem tanto à terra

Nem todas as verdades se dizem

Nem tudo o que reluz é ouro

Nem tudo o que vem à rede é peixe

Ninguém acredita em um mentiroso mesmo que esteja falando a verdade

Ninguém diga desta água não beberei (e deste pão não comerei )

Ninguém é bom juiz em causa própria

Ninguém é profeta na sua terra

Ninguém melhor ajuda o pobre, que o pobre

Ninguém nasce sabendo

Ninguém perde que outro não ganhe

Ninguém quer ser velho nem morrer novo

No aperto e no perigo se conhece o amigo

No meio é que está a virtude

No meio é que está a virtude

No melhor pano cai a nódoa

No poupar é que está o ganho

Nunca deites foguetes antes da festa

Nuvem baixa sol que racha

O

O barulho não faz bem e o bem não faz barulho

O bom filho à casa torna

O bom médico é o do terceiro dia.

O burro acredita em tudo o que lhe dizem

O casamento e a mortalha no céu se talha

O corno é sempre o último a saber

O dinheiro fala todas as línguas

O dinheiro não dá a felicidade, mas ajuda muito

O esperto só acredita em metade, e o gênio sabe em que metade deve acreditar

O futuro a Deus pertence

O hábito não faz o monge

O homem põe e Deus dispõe

O macaco só vê o rabo do outro

O mal dos outros é consolo de parvos

O mal está nos olhos de quem o vê

O olho do dono engorda o cavalo

O ótimo é inimigo do bom

O pão do pobre cai sempre com a manteiga para o lado de baixo

O pior cego é o que não quer ver

O poder mostra o que o homem é

O prometido é devido

O que arde cura

O que arde cura o que coça sara e o que aperta segura

O que arma a esparrela muitas vezes cai nela

O que é barato sai caro

O que é bom acaba depressa

O que é doce nunca amargou

O que é nosso vem parar-nos à mão

O que não tem remédio remediado está

O que o berço dá só a tumba tira

O que os olhos não vêem o coração não sente

O que os olhos não vêem o coração não sente

O que tu sabes já eu me esqueci

O saber não ocupa (espaço|lugar)

O saber não ocupa lugar

O segredo é a alma do negócio

O seguro morreu de velho

O seguro morreu de velho e o desconfiado ainda está vivo

O seu a seu dono

O silêncio é de ouro

O sol quando nasce é para todos

O trabalho dá saúde

O trabalho não mata ninguém

Ódio velho não cansa

Olha para ti e fica-te por aí

Olho por olho, dente por dente

Olho por olho, dente por dente

Onde canta galo não canta galinha

Onde ha fumaça, há fogo

Onde o galo canta canta, almoça e janta

Os amigos são para as ocasiões

Os cães ladram e caravana passa

Os extremos tocam-se

Os homens não se medem aos palmos

Os olhos pedem mais do que a barriga aguenta

Os opostos se unem

Os últimos são sempre os primeiros

Ovelha negra da família

Ovelha que bale, bocado que perde

Ovelha que berra, bocado que perde

P

Paga o justo pelo pecador

Palavra de rei não volta atrás

Palavra puxa palavra

Para a fome não há pão duro

Para baixo todo santo ajuda, para cima toda coisa muda

Para frente é que se anda

Para grandes males, grandes remédios

Para morrer basta estar vivo

Para muito sono toda a cama é boa

Para o bom entendedor meia palavra basta

Para pé torto, só chinelo velho

Para quem é, bacalhau basta

Para quem sabe ler, pingo é letra

Passarinho que anda com morcego acaba dormindo de ponta cabeça

Passarinhos e pardais,não são todos iguais

Patrão fora, dia santo na loja

Pau que nasce torto morre torto

Pede o guloso para o desejoso

Pedra que rola não cria limo

Peixe não puxa carroça

Pela boca morre o peixe

Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber

Perdido por cem, perdido por mil

Perguntar não ofende

Pimenta nos olhos dos outros é refresco

Por bem fazer mal haver

Por fora bela viola, por dentro pão bolorento

Por morrer uma andorinha não acaba a primavera

Por morrer uma andorinha não acaba a primavera

Por pouca saúde, mais vale nenhuma

Por uma besta dar um coice não se lhe corta uma perna

Prenda as cabras, que os bodes estão soltos

Preso por ter cão, preso por não ter

Presunção e água benta, cada qual toma a que quer

Primeiro a obrigação, depois a devoção

Q

Quando a esmola é grande o santo desconfia

Quando a esmola é grande, o pobre desconfia

Quando a esmola é grande, o pobre desconfia

Quando dois búfalos lutam, quem sai mal é o capim

Quando o gato sai, os ratos fazem a festa

Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão

Quando pobre come frango, um dos dois está doente

Quando pobre come frango, um dos dois está doente

Quando se faz uma panela faz-se um testo para ela

Quando um burro (zurra|fala) o outro (baixa|abaixa) as orelhas

Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha

Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha

Quando um cai todos o pisam

Quando um não quer, dois não discutem

Quanto mais alto se sobe de mais alto se cai

Quanto mais depressa mais devagar

Quanto mais me bates mais gosto de ti

Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima

Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima

Quem (faz o que pode|dá o que tem) a mais não é obrigado

Quem (torto nasce|nasce torto), tarde ou nunca se endireita

Quem a alto sobe de alto cai quem acha guarda

Quem ama o feio, bonito lhe parece

Quem ama o feio, bonito lhe parece

Quem anda de boca aberta, ou entra mosca ou sai asneira

Quem assim fala não é gago

Quem avisa amigo é

Quem bem vive bem morre

Quem boa cama faz nela se deita

Quem brinca com o fogo queima-se

Quem cala consente

Quem cala consente

Quem canta (seu mal|seus males) espanta

Quem canta seus males espanta

Quem canta seus males espanta

Quem casa não pensa, quem pensa não casa

Quem casa quer casa

Quem chora, sente

Quem com ferro fere, com ferro será ferido

Quem com ferro fere, com ferro será ferido

Quem com ferros mata, com ferros morre

Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa

Quem comeu a carne que roa os ossos

Quem conta um conto aumenta um ponto

Quem conta um conto aumenta um ponto

Quem corre por gosto não cansa

Quem corre por gosto não se cansa

Quem dá aos pobres empresta a Deus

Quem dá aos pobres, empresta a Deus

Quem dá aos pobres, empresta a Deus

Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar

Quem desconfia de tudo, adivinha metade

Quem desconfia de tudo, adivinha metade

Quem desdenha quer comprar

Quem desdenha quer comprar

Quem diz as verdades, perde as amizades

Quem diz o que quer, ouve o que não quer

Quem diz o que quer, ouve o que não quer

Quem é amigo de todos não o é de ninguém

Quem é vivo sempre aparece

Quem empresta, adeus

Quem entra na chuva é pra se molhar

Quem escuta, de si ouve

Quem espera desespera

Quem espera por sapatos de defunto, toda a vida anda descalço

Quem espera sempre alcança

Quem espera sempre alcança

Quem espera sempre alcança

Quem espera sempre alcança

Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro

Quem jura é quem mais mente

Quem mais tem mais quer

Quem morre de véspera é peru de Natal

Quem morre de véspera é peru de Natal

Quem muito escolhe pouco acerta

Quem muito espera desespera

Quem muito fala pior ouve

Quem muito fala pouco acerta

Quem muito fala pouco acerta

Quem muito padece, tanto lembra que aborrece

Quem nada não se afoga

Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece

Quem não arrisca não petisca

Quem não arrisca não petisca

Quem não arrisca não petisca

Quem não chora não mama

Quem não chora não mama

Quem não come por ter comido, o mal não é de perigo

Quem não da assistência vem concorrência

Quem não da assistência vem concorrência

Quem não deve não teme

Quem não deve não teme

Quem não pode arreia

Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele

Quem não sabe é como quem não vê

Quem não sabe fazer nem ensinar, administra

Quem não sabe fazer nem ensinar, administra

Quem não semeia não colhe

Quem não tem cabeça para pensar, tem pernas para andar

Quem não tem cabeça para pensar, tem pernas para andar

Quem não tem cão, caça com gato

Quem não tem dinheiro não tem vícios

Quem não tem panos não arma tendas

Quem não tem vergonha, todo o mundo é seu

Quem não trabalha não come

Quem não trabuca não manduca

Quem não vê não peca

Quem não vê não peca

Quem nasceu para a forca não morre afogado

Quem nasceu para burro nunca chega a cavalo

Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza

Quem o alheio veste, na praça o despe

Quem o feio ama (lindo|bonito) lhe parece

Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso

Quem paga adiantado é mal servido

Quem pariu Matheus que o balance

Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não sabe da arte

Quem parte velho paga novo

Quem pergunta quer saber

Quem pode manda e quem não pode faz

Quem porfia, mata caça

Quem primeiro se queixa foi quem atirou a ameixa

Quem procura sempre acha, se não um prego, uma tacha

Quem promete deve

Quem quebra o galho é macaco gordo

Quem quer agradar a todo o mundo, no fim não agrada a ninguém

Quem quer festa, sua-lhe a testa

Quem quer vai, quem não quer (manda|fica)

Quem quer vai, quem não quer manda

Quem quer vai, quem não quer manda

Quem ri por último ri melhor

Quem ri por último ri melhor

Quem sabe faz, quem não sabe ensina

Quem sabe sorrir, sabe viver

Quem sabe, sabe! Quem não sabe, aprende

Quem sai aos seus não degenera

Quem se faz de cordeiro será comido pelo lobo

Quem se mete em atalhos mete-se em trabalhos

Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos

Quem semeia ventos colhe tempestades

Quem sofreu o mal pode esquecê-lo, mas quem o fez nunca se esquece

Quem sofreu o mal pode esquecê-lo, mas quem o fez nunca se esquece

Quem tarde vier comerá do que trouxer

Quem te cobre que te descubra

Quem tem boca vai a Roma

Quem tem burro e anda a pé mais burro é

Quem tem calos não se mete em apertos

Quem tem capa sempre escapa

Quem tem cem mas deve cem pouco tem

Quem tem telhados de vidro não atira pedras ao vizinho

Quem tudo quer nada tem

Quem tudo quer tudo perde

Quem vai à feira perde a cadeira

Quem vai à guerra dá e leva

Quem vai à guerra dá e leva

Quem vai ao mar avia-se em terra

Quem vai ao mar perde o lugar

Quem vai ao mar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento.

Quem vê cara não vê coração

Quem vê caras não vê corações

Querer é poder

Queres um conselho, pede-o ao velho

R

Recordar é viver

Rei morto, rei posto

Rir é o melhor remédio

Roma e Pavia não se fez em um dia

Roupa suja se lava em casa

S

Saco cheio não verga

Saco vazio não para em pé

Santos da casa não fazem milagres

São mais as vozes que as nozes

São Mamede te levede, São Vicente te acrescente

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come

Se deres as costas à luz, nada mais verá do que sua própria sombra

Se Deus o marcou, defeito lhe achou

Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota

Se não tens o que gostas, gosta do que tens

Se o gato não come o bife, ou o gato não é gato, ou o bife não é bife

Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes

Se os “ses” fossem feijões, ninguém morria de fome

Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei

Semeia e cria, (viverás com|terás) alegria

Só a morte não tem remédio

Só se lembra de Santa Bárbara quando troveja

Só trabalha quem não sabe fazer mais nada

Só vemos os argueiros nos olhos dos outros

Sol e chuva, casamento de viúva

Sou homem e tudo o que é humano me diz respeito

T

Tanto é ladrão o que vai à vinha como o que fica à porta.

Tempo é dinheiro

Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade

Todo o burro come palha, a questão é saber dar

Todo o homem tem o seu preço

Todos os caminhos vão dar a Roma

Trabalhando só pelos bens materiais construímos nós mesmos nossa prisão.

Trabalhar para aquecer, é melhor morrer de frio

Trabalho de menino é pouco, quem não o aproveita é louco

Tristezas não pagam dívidas

Tudo que não mata engorda

Tudo vale a pena quando a alma não é pequena

U

Um burro carregado de livros não é um doutor

Um dia da caça, o outro do caçador

Um homem prevenido vale por dois

Um olho no burro e outro no cigano

Uma andorinha só não faz verão

Uma desgraça nunca vem só

Uma mão lava a outra e ambas lavam a cara

V

Vai muito do dizer ao fazer

Vamos em frente que atrás vem gente

Vão-se os anéis e ficam-se os dedos

Vão-se os anéis, ficam-se os dedos

Vaso ruim não quebra

Vassoura nova é que varre bem

Velhos são os trapos

Viver é como desenhar sem borracha

Você levou gato por lebre.

Voz do povo é voz de Deus

Vozes de burro não chegam aos céus

Z

Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades

  7 Responses to “Provérbios & Ditados Populares”

Comments (7)
  1. Eu nao te dizia?!As papas á noite fazem azia

  2. quem tudo quer tudo perde

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