Mar 152011
 

…que nos ensinaram quando éramos crianças?! ;)

1,2,3

Acerta o passo Inês

Damos meia volta

Damos outra vez

Damos outra vez

Ó menina Carlota

1,2,3

Damos todos meia volta

30 dias tem Abril, Junho,

Setembro e Novembro

Com 28 só há um, Fevereiro

E mais nenhum, o resto tem 31.

A chover

A trovejar

E as bruxas

A dançar

A chover

A fazer sol

As bruxas

A comer pão mole

A criada lá de cima

É feita de papelão,

Quando vai fazer a cama

Diz assim ao patrão:

Sete e sete são catorze,

Com mais sete vinte e um,

Tenho sete namorados

E não gosto de nenhum.

À morte ninguém escapa,

Nem o rei, nem o papa,

Mas escapo eu.

Compro uma panela,

Custa-me um vintém,

Meto-me dentro dela

E tapo-me muito bem,

Então a morte passa e diz:

- Truz, truz! Quem está ali?

- Aqui, aqui não está ninguém.

- Adeus meus senhores,

Passem muito bem

Ai o “i” tão interessante,

com um chapéu todo galante.

i i i i i

Ai o “u” com duas pernas,

e duas antenas que parecem lanternas.

u u u u u

Ai o “o” com a barriga cheia,

comeu o mel da minha colmeia.

o o o o o

u u u u u

i i i i i

A pintinha põe o ovo

E o menino papa-o todo

Abelhinha, abelinha

Toma lá a tua mosquinha

Zurra, zurra, pica na burra

Come, come, se tens fome

Acabou-se a papa doce

Quem comeu arregalou-se

Amanhã é Domingo

Cantará o pintassilgo

Pintassilgo é dourado

Não tem um burro nem cavalo

Tem uma burrinha cega

Que chega daqui a castela

Castelinha, castelão

Minha avó deu-me pão

P’ra mim e p’ró meu cão

Analiter, pirilita

Bacalhau, sardinha frita

Quantas patas tem o gato?

Tem quatro, 1, 2, 3, 4

Arre burro

De Loulé

Carregado

De água-pé

Arre burro

De Monção

Carregado

De requeijão

Arre burrinho

Sardinha assada

Com pão e vinho

Arre burrinho

De Nazaré

Uns a cavalo

Outros a pé

Arre burrinho

Para Azeitão

Que os outros

Já lá vão

Carregadinhos

De feijão

Bichinha gata

Que comeste tu?

Sopinhas de leite

Onde as guardaste?

Debaixo da arca

Com que as tapaste?

Com o rabo do gato

Sape, sape, sape!

Debaixo da pedra

Mora um bichinho

De corpo cinzento

Muito redondinho

Tem medo do sol

Tem medo de andar

Bichinho de conta

Não sabe contar

Muito redondinho

Rebola, no chão

Rebola, na erva

E na minha mão

Béu, béu, vai ao céu

Buscar o meu chapéu

Se for novo trá-lo cá

Se for velho deixa-o lá

Boa velhinha

Vai-te deitar

Ai vem a chuva

Que te pode molhar

Caracol, caracol

Põe os pauzinhos ao sol

Caracol, caracolinho

Sai de dentro do moinho

Mostra a ponta do focinho

Chica larica

De perna alçada

Comeu uma galinha

Na semana passada

Se mais houvesse

Mais comia

Adeus senhor padre

Até outro dia

Compreendi e não compreendi

Mas como vou dizer que vi,

Aquilo que não vi

Escuso compreender

O que não compreendi

Copo, copo, jericopo,

Jericopo, copo cá;

Quem não disser três vezes

Copo, copo, jericopo,

Jericopo, copo cá,

Por este copo não beberá.

Debaixo daquela pipa

Está uma pita

Pinga a pipa

Pia a pipa

Pia a pita

Pinga a pipa

Dedo mindinho

Seu vizinho

Pai de todos

Fura bolos

Mata piolhos

Dedo mindinho quer pão

O vizinho diz que não

O pai diz que dará

Este o furtará

E o polegar: «Alto lá!»

Deixei meu sapatinho

Na janela do quintal

O Pai Natal deixou

Um presente de Natal

Querido Pai Natal

Não se esqueça de ninguém

Seja rico ou pobre

O velhinho sempre vem!

Era uma vaca

Chamada Vitória

Morreu a vaquinha

Acabou-se a história

E depois… e depois

Morreram as vacas

Ficaram os bois

Era uma vez

Um gato maltês

Tocava piano

E falava francês

Queres que te conte outra vez?

Era uma vez

Um gato maltês

Saltou-te às barbas

Não sei que te fez

Queres que te conte outra vez?

Era uma vez

Um gato maltês

Tocava piano

Falava françês

A dona da casa

Chamava-se Inês

O número da porta era o 33!

Queres que te conte outra vez?

Era uma vez

Uma galinha perchês

E um galo francês

Eram dois

Ficaram três…

Queres que te conte outra vez?

Era uma vez um cadeirão

Casou com uma cadeirinha

Nasceu um barquinho

Não quis estudar

Foi para o barco da cozinha

Esta burra torta trota,

Trota, trota a burra torta,

Trinca a murta, a murta brota,

Brota a murta ao pé da porta.

Esta é a mão direita

A esquerda é esta mão

Com esta digo sim

Com esta digo não

Levanto a direita ao céu

Apanho a esquerda ao chão

Agora já conheço

Já não faço confusão

Era uma vez

Um macaquinho

Em cima duma nora

Deu um pulo

E foi-se embora

Este menino achou o ovo

Este o assou

Este sal lhe deitou

Este o provou

Este o papou

Fernandinho foi ao vinho

Partiu o copo no caminho

Ai do copo, ai do vinho

Ai do rabo do Fernandinho

Está a capoeira toda alvoraçada

Franga poedeira com crista encarnada

Achou uma espiga de milho dourado

Vem de lá o galo e dá-lhe uma bicada

O pato marreco dá-lhe uma patada

Fica a capoeira toda alvoraçada

E assim se arma a guerra por causa de nada…

Grilinho sai sai

À tua portinha

Que andam as cobras

Na tua hortinha

Havia um macaco

Chamado D. Pivete

Passava pelas moças

E tirava o barrete

Janeiro, gear

Fevereiro, chover

Março, encanar

Abril, espigar

Maio, engradecer

Junho, ceifar

Julho, debulhar

Agosto, engravelar

Setembro, vindimar

Outubro, resolver

Novembro, semear

Dezembro, nascer

Nasceu um deus para nos salvar

Joaninha voa voa

Que o teu pai foi para Lisboa

A tua mãe no Moinho

A comer pão com toucinho

Joaninha voa voa

Que o teu pai foi para Lisboa

Com um rabinho de sardinha

Para comer, que mais não tinha

Lagarto pintado

Quem te pintou?

Foi uma velha que aqui passou

No tempo da eira

Fazia poeira

Puxa lagarto

Por aquela orelha!

Lagarto pintado, quem te pintou?

Foi uma menina que por aqui passou

Lagarto verde, que te esverdeou?

Foi uma galinha que aqui passou

Lagarto azul, que te azulou?

Foi a onda do mar que me molhou

Lagarto amarelo, que te amarelou?

Foi o sol poente que em mim pisou

Lagarto encarnado, que te encarniçou?

Foi uma papoila que para mim olhou

Lá vai o bicho

Por cima do osso

Comer o menino (ou o nome da criança)

Até ao pescoço

Lá vem a cabra cabrês

Que te salta em cima

E faz-te em três

Luar, luar

Vem-me buscar

Que eu sou pequenino

E não posso andar

Quando for homem

Quero trabalhar

Quando for velhinha

Quero-a amparar

Quando for velhinho

Quero-a recordar

Mão morta, mão morta

Filhinhos à porta

Não tem que lhe dar

Dá-lhe com a tranca da porta

Mão morta, mão morta

Vai bater aquela porta

Malmequer, bem me quer,

muito, pouco, nada.

Eu gosto de ti do sol e do mar.

E de todos os meninos,

que vejo a brincar.

Malmequer, bem me quer,

muito, pouco, nada.

Nove vezes nove, oitenta e um

Sete macacos e tu és um

Fora eu que não sou nenhum

Num ninho de nafagafos

Há sete nafagafinhos.

Quando a nafagafa sai

Ficam os nafagafos sozinhos.

Ó compadre, como passou a

tarde de ontem à tarde?

Deixe-me lá, meu compadre,

que a tarde de ontem à tarde

foi para mim tamanha tarde

que há-de ser tarde e bem

tarde que eu venha cá outra

tarde como a tarde de

ontem à tarde.

O gato miou

O galo cantou

O pinto piou

O rato chiou

O preto fuma charuto

Charuto já ele é

O preto fuma charuto

Ao canto da chaminé

O preto, minha senhora

Não gasta de bacalhau

Só gosta de arroz doce

Mexido com colher de pau

Preto para aqui

Preto para acolá

Ri o preto

Ah, ah, ah!

O leiteiro vende leite

O padeiro faz pão

A peixeira vende peixe

O carvoeiro o carvão

Para apanhar o peixe, temos o pescador

Mas para cultivar legumes, lavra a terra o lavrador

Para ensinar a ler, já está pronto o professor

Mas se estamos a sofrer, o médico nos tira a dor

O rato roeu a rolha

Da garrafa do rei e da rainha

Da Rússia

O senhor é parvo

Parvo é o senhor

Senhor dos Passos

Paços do Concelho

Conselho de Ministros

Ministro da Guerra

Guerra Junqueiro

Junqueira Alcântara

Alcântara Mar

Mar da China

China Xangai

Xian-Kai-Xeq

Xeque-mate

Mate o senhor

O senhor é Parvo

O tio Zé

Da pipa rata

Tem piolhos na gravata

Quantos tira?

Quantos mata?

Olha além um rato

Um olho aqui

Outro no mato

Olha além um gato

Um olho aqui

Outro no sapato

O meu pai é grande

Quase que chega ao céu

Tem força de um gigante

O meu pai é só meu

Gosto dele

E ele gosta de mim

O meu pai é assim

O tempo perguntou ao tempo

Quanto tempo, o tempo tem

O tempo respondeu ao tempo

Que o tempo tem tanto tempo

Quanto o tempo o tempo tem

Palminhas e mais palminhas

Que a mãe dará miminhos

E o pai quando vier

Dará sopinhas de mel (comerá do que trouxer)

Pardal pardo, porque palras?

Palro sempre e palrarei

Porque sou pardal pardo

Palrados de El-rei

Pelas pernas visto os calções

Pelos braços a camisola

No pescoço ponho um laço

Nas mãos calço as luvas

Nos pés calço os sapatos

E na cabeça ponho um chapéu

Com um lenço assou o nariz

Nos olhos ponho os óculos

Nas orelhas ponho os brincos

Com a boca dou beijinhos

Pelo mar abaixo

Vai uma formiga

Com uma mão na testa

Outro na barriga

Pelo muro acima vai uma formiga

Com uma mão na testa e outra na barriga

Pelo muro abaixo vai um escaravelho

Com uma mão na barriga e outra no joelho

Perú velho

Quer casar

Mas a menina bonita

Não há-de encontrar!

Glu, glu, glu…

Pico, pico serenico

Quem te deu tamanho bico?

Ou de ouro ou de prata

Mete a mão neste buraco

Pico, pico serenico

Quem te deu tamanho bico?

Foi o filho do Luís

Que está preso pelo nariz

Pico, pico serenico

Quem te deu tamanho bico?

Foi a filha da rainha

Que está presa na cozinha

Salta pulga da balança

E vai ter até à França

Cavalinhos a correr

Meninas a aprender

Qual é a mais bonita

Que se irá esconder

Pim, pam, pum

Cada bola mata um

Da galinha p’ró perú

Quem se livra és tu!

Pimpão era um cão

Que gostava de limão

Era muito brincalhão

E fazia ão-ão

Pique pique

Eu piquei,

Grão de milho

Eu achei,

Fui levá-lo

Ao moinho,

O moinho

Não moeu,

Foram lá os ladrões

Que me levaram os calções.

Porque é que o pisco empisca a pisca

E a pisca não empisca o pisco?

Quem está no telhado?

Um gato assanhado.

Quem está na janela?

Uma pata amarela.

Quem está na varanda?

Um urso panda.

Quem está à porta?

Um burro da horta.

Quem está no jardim?

O lindo pinguim.

Quem está no poço?

Um cão com um osso.

Quem está no portão?

Um bicho que fala, chamado João

Rama cataplana

Mata aquela ratazana

Rei, rainha

Carlota, Joaquina

Fidalgo, ladrão

Menina bonita

Do meu coração

Rei, capitão

Soldado, ladrão

Menina bonita

Do meu coração

Réu, réu

Vai ao céu,

Vai buscar

O meu chapéu.

se ele é novo

Traz-mo cá.

Se ele é velho

Deixa-o lá.

São 10 meninas e sobre elas chove

Mas chega um bombeiro e ficam só 9.

São 9 meninas comendo biscoitos

Mas chega um padeiro e ficam só 8.

São 8 meninas fazendo uma omolete

Mas chega um guloso e ficam só 7.

São 7 meninas pintando papéis

Mas chega um pintor e ficam só 6.

São 6 meninas à volta de um brinco

Mas chega o ourives e ficam só 5.

São 5 meninas que vão ao teatro

Mas chega um actor e ficam só 4.

São 4 meninas falando francês

Mas chega um estrangeiro e ficam só 3.

São 3 meninas guardando ovelhas

Mas chega um pastor e ficam só 2.

São 2 meninas nadando na espuma

Mas chega um barqueiro e fica só 1.

É uma menina a apanhar caruma

Mas chega um leão, não fica nenhuma

Sapateiro

Remendeiro

Come tripas

De Carneiro;

Bem lavadas,

Mal lavadas,

Come tudo

Às colheradas.

Salto, salto com os pés

Mexo, mexo com as mãos

Volto, volto a cabeça

Tapo, tapo os meus olhos

Puxo, puxo p’las orelhas

Toco, toco no nariz

Façam todos como eu fiz

Sape gato

Lambareiro

Tira a mão

Do açucareiro

Tira a mão

Tire o pé

Do açucar

Do café

Se cá nevasse

Se cá nevasse

Fazia-se cá ski

Se tu visses o que eu vi

À vinda de Guimarães

Um barbeiro de joelhos

A fazer a barba aos cães

Se tu visses o que eu vi,

havias de te admirar.

Uma cadela com pintos,

uma galinha a ladrar.

Se tu visses o que eu vi,

havias de te admirar.

Uma cobra a tirar água,

e um cavalo a dançar.

Se tu visses o que eu vi,

havias de te admirar.

Uma abelha a grunhir,

e um porco a voar.

Senhora mestre, mestrinha

Casacunha de amores que já deram 4 horas

4 horas está a dar e as meninas a merendar

5 horas a cair e as meninas a sair

Serra madeira

Carpiteiro

Serrar e andar

Que lá vem a mãezinha

Fazer o jantar

Para o menino papar

Serrar, serrar

Madeirinha ou pilar

O rei serra bem

A rainha também

E o duque?

Tuc, tuc, tuc (fazer cócegas)

Sola, sapato,

Rei rainha

Foi ao mar

Buscar sardinha

Para a mulher

Do juiz

Que está presa

Pelo nariz;

Salta a pulga

Na balança

Que vai ter

Até à França,

Os cavalos

A correr

As meninas

A aprender,

Qual será

A mais bonita

Que se vai

Esconder.

Sou mecânico à 2ª feira

Sou bombeiro à 3ª feira

À 4ª sou um pirata

Com uma espada de lata

Astronauta de primeira

É o que sou à 5ª feira

À 6ª sou grande chefe

Da tuso da água azul

Ao Sábado sou cowboy

E ao Domingo sou herói

Tão balalão

Cabeça de cão

Orelhas de gato

Não tem coração

Não tem coração

Nem a voz, nem o talento

Orelhas de gato

Cabeça de vento

Cabeça de vento

Orelhas de gato

Pescoço de bruxa

Rabo de macaco

Tenho um cãozinho

Chamado tó-tó

Varre-me a casa

Limpa-me o pó

Tenho um macaco

Dentro de um saco

Não sei que lhe diga

Não sei que lhe faça

Dou-lhe um pau

Diz que é mau

Dou-lhe um osso

Diz que é grosso

Dou-lhe um chouriço

Isso, isso, isso!

Tenho uma capa bilrada, chilrada, galrripatalhada;

Mandei-a ao senhor bilrador, chilrador, galrripatalhador,

Que ma bilrasse, chilrasse, galrripatalhasse,

Que eu lhe pagaria bilraduras, chilraduras, galrripatalhaduras.

Três vezes sete, vinte e um

Vira a folha ao canivete

Truz, truz

Quem é?

É o homem do café

Quanto custa?

Um tostão!

Vá-se embora seu trapalhão

Truz, truz!

Quem é?

É o preto da Guiné

De charuto na boca

E sapato no pé

Truz, truz, Barnabé

Foi à horta

Buscar café

Encontrou o chimpanzé

Que lhe deu um boné

Foram os dois só num pé

Tomar uma chávena de café

Mas encontrou o Zé

Que lhes roubou o boné

Um Atum,

Dois Bois,

Três Inês,

Quatro Pato,

Cinco Brinco,

Seis Anéis,

Sete Filete,

Oito Biscoito,

Nove Chove,

Dez Lava os Pés,

Onze Os sinos de Mafra são de Bronze.

Um-dó-li-tá

Cara de amendoá

Um segredo colorido

Quem está livre

Livre está

Um, dois, três, quatro

A galinha mais o pato

Fugiram da capoeira

Foi atrás a cozinheira

Que lhes deu com um sapato

Um, dois, três, quatro…

Um, dois, três, quatro

Um, dois, três, quatro

Quantos pêlos tem o gato?

Quando acaba de nascer

Um, dois, três, quatro

Varre, varre, vassourinha

Varre bem esta casinha

Se varreres bem

Dou-te um vitem

Se varreres mal

Dou-te um rei

Vem lá o A

Menina gordinha

Redondinha

Ao pé

Que vem o E

Que vivo que é!

Depois o I

E ri

Com o seu chapelinho

No caminho

De pópó, vem o O

E gira na mó

Por fim vem o U

No seu comboio

A fazer U-u-u-u

Venham ver gatos janotas

Usam chapéus, gravatas e botas

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